Off Topics

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Business Around a Lifestyle

Não sei o que me impressionou mais, se foi o título do novo livro de Jim KukralBusiness Around a Lifestyle, ou se foi sua estratégia para pré-arrecadar fundos para este projeto. Achei ambos excelentes!

Tenho planos para escrever meu primeiro ebook também. Aliás, já estou escrevendo ele. Pretendo lançar antes do final do ano, mas vou ter que me puxar mais para alcançar isso. Meu livro vai seguir a mesma linha de raciocínio e simplicidade que os meus artigos do blog. Recebo bastante comentários de leitores muito satisfeitos com a simplicidade que consigo colocar cada resposta às dúvidas de leitores ou nos assuntos que eu quero discutir com eles. Já que não consigo mais responder todos os emails individualmente, minha intensão é ter as dúvidas mais comuns respondidas num único lugar.

Acho que o modelo do Jim não serve para mim neste momento. É minha primeira publicação, e quero ter primeiro o livro pronto para aí sim começar as minhas ações de marketing. O preço do livro não está definido ainda, mas podem ter certeza que será bem baratinho.

Mas o título do livro do Jim me fez pensar bastante. Definir um estilo de vida perfeito para então construir um negócio que o sustente é uma ideia muito interessante. E ao pensar nisso, percebi que o estilo de vida que eu gostaria de ter é um pouco contraditório. Ou então ele é dinâmico demais para eu conseguir descrever com detalhes. Neste caso precisaria de mais tempo para refletir sobre isso.

Em todo o caso, é um bom exercício escrever sobre um estilo de vida que eu quero conquistar. Vou tentar fazer isso...

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Pra que servem as férias

Pensei em escrever este artigo no meu blog principal. Claro que eu faria isso só depois de conseguir um bom motivo para falar sobre as minhas férias num blog sobre empreendedorismo. Mas como estou com os dedos coçando para voltar a escrever, e pretendo escrever rápido e o que vier na mente, talvez aqui nos off topics este texto se encaixe melhor.

Estive de férias por um mês no Canadá. Meu pai e outro punhado de parentes moram lá e a minha estadia foi incrivelmente boa! Eu viajei, passeei, refleti, li, assisti filmes, toquei violão, saltei de paraquedas, fotografei, filmei, bebi, brinquei. Fiz de tudo, menos escrever. Aliás, até escrevi, mas para mim mesmo, ninguém mais leu.

(As vezes escrevo artigos longos apenas para mim. Eu sei, eu sei, é coisa de louco. Mas é a maneira que encontrei de organizar meus pensamentos. Vou escrevendo, refletindo sobre centenas de coisas, troco de assunto no meio do texto, enfim, é uma bagunça só. E quando eu termino me sinto mais leve, relaxado e disposto. Quase o mesmo sentimento depois de um salto de paraquedas ou de uma boa sessão de surfe).

Já falei para vocês que eu comecei a saltar de paraquedas né? Acho que este vai ser um dos próximos artigos no blog, pois aprendi algumas coisas que quero compartilhar com todo mundo. Pois é, lá no Canadá eu saltei também. Só não surfei porque em Calgary não tem mar (embora um cara que eu esqueci o nome esteja montando uma onda fixa no rio da cidade, não cheguei a procurar isso).

E depois de mais de 30 horas de viagem voltando pro país verde-amarelo, trabalhei dois dias e já peguei outro avião para São Paulo. Neste exato momento que vos escrevo estou num hotel ansioso para voltar a publicar meus artigos. Acabei de voltar de uma mega store da Saraiva onde folheei alguns bons livros e consegui, finalmente, sair de lá sem levar nada.

Um dos livros que gostei foi o Cash, de Joel Comm. Não li todo o livro, apenas algumas partes enquanto tomava um café, mas basicamente fala sobre pequenos negócios online. Coisa que qualquer um pode fazer com um pouco de boa vontade. Só não comprei porque muita coisa ali eu já sei, e o livro é ótimo para pessoas com pouca experiência em negócios pela internet. Ele explica muito bem como fazer.

Fazia tempo que eu não tirava férias tão grandes. Gostei. Acho que vou começar a adotar isso a cada 2 anos. Bom, vou ficando por aqui. Ainda quero escrever um artigo sobre empreendedorismo e postar alguma coisa no Twitter. Uma ótima semana para todos vocês.

Abraço e sucesso nas suas empreitadas pessoal.
MZ

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Um salto de paraquedas

Eram 7:30 da manhã de sábado e eu não conseguia mais dormir. A previsão do tempo não poderia ser melhor. Sol, pouco vento e poucas nuvens. Além disso, o avião do aeroclube de Torres tinha voado até Novo Hamburgo e agora teríamos duas aervonaves exclusivas para o paraquedismo no CGPQD (Centro Gaúcho de Paraquedismo). Os emails rolaram durante a semana e teríamos um dia perfeito de muitas emoções.
Passei na casa do Bento (amigo que me apresentou ao esporte) e fomos pro aeroclube. Chegamos na área antes das 9h, mas não fomos os primeiros. No mesmo sábado também aconteceria mais um curso teórico, e logo chegaram uns 8 futuros paraquedistas. Também chegaram outros alunos em progressão (como eu) e vários atletas (paraquedistas formados).
Meu instrutor Newton e eu começamos logo o briefing do meu segundo salto do curso AFF. Objetivo deste nível: Curva de 90 graus à direita, curva de 90 graus à esquerda e deslocamento à frente. Fora isso, fui inventar de comentar com ele que tinha assistido diversos saltos do segundo nível no YouTube e a maioria deles tinha uma simulação de comando antes das manobras. Então ele adicionou isso no meu briefing também. Tudo isso teria que ser feito com perfeição em 40 segundos. Pouco tempo. Fiz umas simulações no carrinho e refiz todo o salto na minha cabeça umas 10 vezes. Concentração...
Coloquei o mesmo macacão azul da primeira vez e fiquei novamente parecido com um mecânico. O paraquedas Student com cerca de 20kg foi colocado nas minhas costas. Rádio funcionando. Altímetro regulado. Checks dos itens de segurança realizados. Tudo pronto.
"Que Deus abençoe nossa bagunça", foi o que o meu instrutor disse quando estávamos fazendo a última curva da pista antes de decolar. "Amém", eu respondi, e no mesmo segundo o Cessna 182 começou a acelerar para sua decolagem. Pouquíssimo maior que a aeronave do meu primeiro lançamento (Cessna 180), o avião de Torres era um pouco mais fácil de sair, devido à posições das rodas ser um pouco diferente.
O tempo estava realmente lindo. E lá de cima ainda mais. Cruzamos as nuvens que estavam a 5 mil pés (a mesma altura que eu iria comandar o velame principal) e seguimos ganhando altitude. Aos 9 mil pés nos cumprimentamos com um soquinho e gritando "Bom salto!". Coloquei os óculos, depois o capacete, conferimos o rádio e ligamos a câmera. Enquanto esperávamos a última curva de subida da aeronave, perguntei aos gritos para meu jump master, ajoelhado na minha frente, qual era a maior altitude que ele já tinha saltado. Não consegui escutar muito bem o que ele disse antes de gritar "22 mil pés", uma altitude em que é preciso usar máscara de oxigênio e a queda livre é de mais de 2 minutos.
10 mil pés. Chegou a minha hora. "Pode abrir a porta", grita o piloto, um guri de não mais de 28 anos. O Newton, meu instrutor, abriu a porta e assim começou o pior momento do salto, onde o medo é quase incontrolável. Como o avião ainda não estava 100% alinhado com a reta de lançamento, ainda vez mais uma leve curva para a direita (lado em que eu estava sentado, agora com a porta aberta) e eu novamente, como no primeiro salto, fico sério, pálido e me agarro no banco do piloto com força.
01
Pouco antes de sair da aeronave.
- PRONTO PRO SALTO? - grita o instrutor.
- SIM!
- QUAL NOSSA ALTITUDE?
- 10 MIL PÉS!
- OK, PONHA SEUS PÉS PARA FORA APÓS OS MEUS.
Ele sai da aeronave e se posiciona. Eu sento da porta, seguro o montante da asa e me posiciono, tentando controlar o medo à muita custa. Uli, o jump master 2, se posiciona na porta da aeronave. Grito "CHECK?" pra ele e ele responde "OK". "CHECK?" para o Newton também e depois de outro "OK" faço o movimento que indicaria que vou saltar (movimento da cabeça à cima, à frente and go!!).
Aff2
Saída da aeronave: fim do momento de maior medo e início do momento de maior prazer.
Estabilizamos com facilidade. Simulo uma abertura, faço uma curva à direita com facilidade. A curva à esquerda não foi tão fácil, mas saiu. O movimento à frente poderia ser melhor, mas foi tranquilo também. Quando volto à olhar o altímetro, já estamos à 6 mil pés. Mais pontual que isso impossível. Cravo o olho no altímetro e aos 5,5 mil pés sinalizo que vou comandar. Puxo o ripcord e olho pra cima pra ver se o paraquedas está abrindo. Dessa vez os 3,5 segundos da abertura do velame foram tranquilos. Já sabia o que me esperava.
O velame termina de abrir e rapidamente faço o check visual e funcional, para ver se está tudo certo. E estava. Olho o altímetro e vejo que estou a quase 4 mil pés. Tempo suficiente pra "brincar" um pouco. Fazer um 360 é algo muito divertido. Você literalmente despenca vários metros para o lado que puxou o batoque. Outro 360 para o outro lado. Faço mais umas curvinhas menores para qualquer lado quando finalmente escuto no rádio o terceiro instrutor, Saulo, gritando. "Porra zero-um! Para de fazer essas curvas senão tu vai parar lá na puta que pariu!". Eu já conhecia o jeitão do Saulo. Dei uma risadinha com o ripcord ainda na boca e alinhei contra o vento.
O vento entre 2 e 4 mil pés é razoavelmente forte. Fui seguindo as instruções dele até chegar aos pontos ABC de navegação, aos mil, 600 e 300 pés, respectivamente. O Saulo me orientou durante o pouso e passei à poucos metros por cima da cabeça deles, na área de pouso. A Jú estava junto com o Saulo e a filmagem dela ficou muito legal. Dessa vez fiz o flare da maneira certa e pousei em pé, e não de bunda como da primeira vez.
"UHUUUUUUUL" eu gritei! Mais um excelente salto de paraquedismo. Meu salto número 2. Do meu instrutor? Salto número 3 mil, cento e alguma coisa. Agora é esperar o próximo final de semana e torcer para dar tempo bom.
Abraços e bons saltos para vocês!
Eu-pqd
Uhuuuuuu!!!
PS: Assim que pegar a filmagem do pouso edito o vídeo completo do salto posto aqui ;-)

Confiram o vídeo!

 

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Nascer do sol em Atlântida

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Dia bonito na Sap


Taken at SAP Labs Brazil

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Arte é uma droga!

A escrita é uma válvula de escape para a pressão de ideias, sentimentos e emoções. Mas as vezes não funciona muito bem. É por isso que é preciso ter alternativas. Acontece que as alternativas criam novas emoções, ideias e sentimentos. Então voltamos para a escrita.

Um bom texto toca as pessoas. Tem o poder de produzir emoções, ideias, sentimentos e até sensações, se conseguir embalar o leitor da maneira certa.

Palavras são poderosas. Elas formam pensamentos prontos, que são injetados diretamente no cérebro do leitor. E pior, com o seu consentimento. Palavras, ordenadas da maneira certa, produzem experiências. Assim como outras formas de arte, como pintura, música, teatro, escultura, concerto, cinema...

A arte, representada de diversas maneiras, toca as pessoas através de suas maiores vulnerabilidades: visão, audição, tato, paladar e olfato. Artes criam experiências nas cabeças de seus apreciadores, assim como drogas o fazem nas cabeças de seus usuários.

Arte é uma droga. Mas o recíproco não é verdadeiro. Drogas não são um forma de arte. A droga utilizada por um usuário não pode ser utilizada por outro. Arte sim. A mesma peça de arte pode ser apreciada por infinitas pessoas (e com isso vai, cada vez mais, ganhando poder). E essa é a característica que torna a droga da arte em, simplesmente, arte.

Arte, a arte de criar experiências.

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Guia prático para pais de primeira viagem

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Timão e Pumba

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Só para solteiros

Em um anúncio para solteiros por aí...

Feminina, morena, solteira, procura companhia masculina, aspectos étnicos sem a menor importância.

Sou uma menina bem humorada que adora brincadeiras de todo tipo.

Adoro longas caminhadas nos bosques, andar de caminhonete em sua companhia para caçadas, acampamentos e pescarias, ou ficar noites inteiras, gostosas, ao ar livre, deitada com você junto a fogueira.

Jantares à luz de velas me farão comer na sua mão.

Quando você chegar de um dia cansativo de trabalho, estarei à sua espera usando tão somente o que a natureza me deu...

E pode me chamar de Annie.

Estarei lhe esperando...
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Annie

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Que viagem!

Brasil tem mais TV do que geladeira. Eu sou diferente. Tenho geladeira e não tenho TV. Faço parte dos menos de 3% que não têm TV em casa. Tudo bem que a geladeira é meio vazia, só pra guardar a cerveja e os congelados no freezer. Mas tenho.

Quanto à TV, pra falar a verdade, tecnicamente, eu também tenho. Ela tá lá. É uma caixa grande e preta, com tela de 21 polegadas da marca Mitsubishi. Mas não liga fazem algumas semanas. Quebrou, pifou, queimou. Sei lá, desistiu da vida. Antes dela eu tinha Semp Toshiba de 14 polegadas que já estava quebrada há uns 6 meses. Quando troquei pela Mitsubishi (que encontrei largada na casa do meu vô), pude assistir televisão em casa, novamente, por cerca de um mês. Daí quebrou também.

Não sou daqueles rebeldes contra o sistema. Eu gosto de TV. Mas em casa eu assisto pouco mesmo. Filmes eu prefiro assistir no note, na cama. E notícias eu acompanho pela internet. Então não sobra mais nada na TV aberta. Só do Jô eu sinto um pouco de falta.

Tenho amigos tentando me convencer à comprar uma TV de LCD, pelo menos de 32 polegadas. Tenho quase certeza que depois vão tentar fazer eu comprar um home theater, um bluray e assinar SKY.

O problema é que eu não me imagino gastando nisso. Não sou pão duro, muito pelo contrário, sou bom gastador (até demais, às vezes). Mas nesse caso prefiro gastar fazendo uma viagem do que comprando uma TV.

Uma TV boa que vai durar por alguns anos? Ou uma viagem de poucos dias? Eis a questão...

Acontece que essa viagem de poucos dias vai durar pra sempre! As histórias que eu vou contar, as experiências que eu vivi, as pessoas que eu conheci, as culturas que eu presenciei, as fotos que eu tirei. Tudo isso passa à ser um pequeno capítulo de uma vida mais interessante do que passar os mesmos dias assistindo filmes em uma TV de ótima qualidade.

Memórias. Fotos. Histórias. Amigos. Experiências. Aventuras! Viajar é uma das melhores maneiras de gastar dinheiro, na minha opinião. E enquanto a próxima viagem está em planejamento, assisto filmes do notebook tomando uma cerveja da minha super geladeira.

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