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Que viagem!

Brasil tem mais TV do que geladeira. Eu sou diferente. Tenho geladeira e não tenho TV. Faço parte dos menos de 3% que não têm TV em casa. Tudo bem que a geladeira é meio vazia, só pra guardar a cerveja e os congelados no freezer. Mas tenho.

Quanto à TV, pra falar a verdade, tecnicamente, eu também tenho. Ela tá lá. É uma caixa grande e preta, com tela de 21 polegadas da marca Mitsubishi. Mas não liga fazem algumas semanas. Quebrou, pifou, queimou. Sei lá, desistiu da vida. Antes dela eu tinha Semp Toshiba de 14 polegadas que já estava quebrada há uns 6 meses. Quando troquei pela Mitsubishi (que encontrei largada na casa do meu vô), pude assistir televisão em casa, novamente, por cerca de um mês. Daí quebrou também.

Não sou daqueles rebeldes contra o sistema. Eu gosto de TV. Mas em casa eu assisto pouco mesmo. Filmes eu prefiro assistir no note, na cama. E notícias eu acompanho pela internet. Então não sobra mais nada na TV aberta. Só do Jô eu sinto um pouco de falta.

Tenho amigos tentando me convencer à comprar uma TV de LCD, pelo menos de 32 polegadas. Tenho quase certeza que depois vão tentar fazer eu comprar um home theater, um bluray e assinar SKY.

O problema é que eu não me imagino gastando nisso. Não sou pão duro, muito pelo contrário, sou bom gastador (até demais, às vezes). Mas nesse caso prefiro gastar fazendo uma viagem do que comprando uma TV.

Uma TV boa que vai durar por alguns anos? Ou uma viagem de poucos dias? Eis a questão...

Acontece que essa viagem de poucos dias vai durar pra sempre! As histórias que eu vou contar, as experiências que eu vivi, as pessoas que eu conheci, as culturas que eu presenciei, as fotos que eu tirei. Tudo isso passa à ser um pequeno capítulo de uma vida mais interessante do que passar os mesmos dias assistindo filmes em uma TV de ótima qualidade.

Memórias. Fotos. Histórias. Amigos. Experiências. Aventuras! Viajar é uma das melhores maneiras de gastar dinheiro, na minha opinião. E enquanto a próxima viagem está em planejamento, assisto filmes do notebook tomando uma cerveja da minha super geladeira.

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Como ganhar dinheiro com apostas (piada)

Uma velha senhora se apresenta um dia no Banco do Canadá com uma sacola cheia de dinheiro. A velha senhora insiste para falar com o presidente do banco, querendo abrir uma poupança porque, diz ela, tem muito dinheiro.

Após muita discussão, um funcionário a conduz á mesa do presidente. O presidente então lhe pergunta quanto ela quer depositar. E ela responde: 165.000 $, colocando o saco de dinheiro em cima da mesa.

Curioso, ele lhe pergunta como ela conseguiu economizar tanto dinheiro. A velha senhora lhe responde que ela fazia apostas. Surpreso, o presidente do banco lhe pergunta: “Que tipo de apostas?". A velha senhora respondeu: “Do tipo assim: eu aposto que seus testículos são quadrados".

O presidente então riu, dizendo que é impossível ganhar este tipo de aposta. Então a velha senhora respondeu: “Você quer apostar que eu ganho?". ” Claro, respondeu o presidente, aposto 25.000 $ que os meus testículos não são quadrados".

A velha senhora respondeu então: “Estamos combinados. Mas em vista da quantia envolvida, eu volto amanhã as 10hs com meu advogado como testemunha, isto se você não tiver nada contra". “Sem problema", respondeu confiante o presidente do banco.

Nesta noite, o presidente ficou muito preocupado com a aposta e passou um longo tempo frente ao espelho examinando seus testículos, virando eles para todos os lados, muitas e muitas vezes, para se assegurar, sem possibilidade alguma de erro, que os malditos testículos não poderiam ser considerados quadrados e ter certeza assim que ele ganharia a aposta.

No dia seguinte, às 10hs em ponto, a velha senhora se apresenta com seu advogado na mesa do presidente do banco para confirmar a aposta de 25.000 $ de que os testículos dele eram quadrados. O presidente confirma então que a aposta está de pé, em conformidade com o combinado no dia anterior.

A velha senhora lhe pede então para baixar as calças, e todo o resto, para que ela e seu advogado pudessem ver tudo; com o que o presidente concordou de livre e espontânea vontade. A velha senhora então se aproximou e perguntou se podia tocá-los.

"É claro minha senhora”, disse o presidente, “levando em consideração a quantia de dinheiro envolvida, a senhora tem que ter 100% de certeza”.

E assim a velha senhora começou a fazê-lo com um leve soriso.

O presidente percebeu então que o advogado estava batendo a cabeça contra a parede, e perguntou a velha senhora porque ele estava fazendo isto...

E ela respondeu: ”Provavelmente é porque eu apostei com ele 100.000 $ que, por volta das 10hs, eu estaria segurando nas minhas mãos os testículos do Presidente do Banco do Canadá!

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Pensei que eu estava só

Puts, eu nem lembrava mais desse post que escrevi em maio de 2007, há três anos atrás. Mas relendo ele eu lembro que as palavras foram simplesmente saindo, e o texto ficou pronto quase na mesma velocidade que eu poderia escrevê-lo se alguém o estivesse me ditando. Meio doido o texto...

Pensei que eu estava só

Pensei que eu estava só
mas conheci algumas pessoas
Elas me fazem ver as coisas diferente
Coisas que eu quase acreditei

Pensei que eu estava só
e que só eu pensava isso

Pensei que ia ser fácil
e sabe o que eu descobri?
Que realmente não é assim

E sabe o que mais me intriga?
É que descobri
que depois de tanta volta
eu ainda penso estar só

Quem dera um dia eu descobrir
que o caminho que estou para seguir
será o caminho que muitos escolherão

Estrada FriaPensei que eu estava só
e agora eu sei que estou
Esse é o preço por essa oportunidade

Olho para o caminho mais fácil
Olho até onde consigo
Respiro fundo
E pelo outro eu sigo

Carregando o peso da solidão
caminho com cuidado
pois poucos por aqui passaram
e não deixaram a luz acesa

É escuro aqui
só vejo o chão em dia de lua cheia

De repente uma luz
ainda não sei se é real ou imaginária

Sigo
Paro

Pensei que eu estava só.

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Drama

Acabei de ler um excelente artigo de Derek Sivers, entitulado O drama, segundo Kurt Vonnegut. O texto fala sobre o porquê das pessoas precisarem de drama em suas vidas.

Em síntese, ele explica que isso acontece por causa dos livros e filmes que lemos e assistimos durante a nossa vida. Estamos rodeados de histórias com grandes altos e baixos, e por isso pensamos que uma vida normal precisa ter grandes altos e baixos também.

Acontece que não é bem assim que funciona. A tendência real é termos cada vez menos altos e baixos em nossas vidas. Todas as áreas que afetam nossas vidas parecem caminhar em busca de um equilíbrio emocional chato e sem graça.

"Por isso que as pessoas fazem drama por nada. Por isso as brigas. Por isso o fanatismo com esportes. Por isso fazemos drama com tudo que acontece. Tentamos transformar nossas vidas em um conto de fadas".

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Onde os fracos não tem vez

Estamos educando nossas crianças para serem adultos psicológica e emocionalmente FRACOS! Nada mais pode acontecer sem que psicólogos apareçam dizendo que a criança ficará traumatizada ou crescerá com problemas para o resto da vida. A maioria tenta evitar conflitos ao máximo, como se isso fosse ruim. Proteção demais! Deixem eles se virarem sozinhos para resolverem seus problemas com bullying. Na vida de adulto, daqui uns anos, essa criança não vai ter ninguém pra defendê-la.

Raiva e medo são sentimentos importantes. Eles fazem o corpo inteiro se preparar para o que vem à seguir. É perigoso não saber como lidar com esses sentimentos. Por que evitá-los quando ainda em escala pequena, como a raiva pelo colega que roubou seu lanche, ou o medo do colega mais forte?

Tudo bem, casos extremos devem ser resolvidos com a ajuda de adultos. Pois uma criança não sabe lidar com um professor que lhe jogou um apagador na cara. Muito menos um bebê que é arrancado dos braços da mãe.

O problema de defender demais uma criança e não permitir que passem por situações difíceis para elas é que no futuro elas terão dificuldades maiores ainda por não saberem resolver seus próprios problemas. Pais, mães, ofereçam AJUDA para seus filhos resolverem seus problemas (e acompanhem eles nesse processo). Mas NÃO resolvam todos os seus problemas. Não quero que meu filho (caso eu venha a ter algum dia) cresça rodeado por crianças mimadas, extremamente dependentes, choronas, problemáticas e chatas!

Na natureza sobrevivem os mais fortes, no sentido de que sabem se adaptar à mudanças, resolver seus problemas, evoluir, se virar, conquistar as coisas que quer, cair e levantar, etc. E é fundamental saber fazer tudo isso com o sangue fervendo. Acha mesmo que um pouco de raiva e medo vão fazer mal para a criança? Penso que farão tão bem para sua criação quanto amor.

P.S.: Não é muito da minha índole levantar polêmica, mas ser direto é. E uma pequena polêmica de vez em quando é saudável.

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Isso que é vendedor!

Um garotão inteligente, vindo da roça, candidatou-se a um emprego numa grande loja de departamentos. Na verdade, era a maior loja de departamentos do mundo, tudo podia ser comprado ali. O gerente perguntou ao rapaz:

- Você já trabalhou alguma vez?
- Sim, eu fazia negócios na roça.

O gerente gostou do jeitão simplório do moço e disse:

- Pode começar amanhã. No fim da tarde venho ver como se saiu.

O dia foi longo e árduo para o rapaz. Às 17h30 o gerente se acercou do novo empregado para verificar sua produtividade e perguntou:

- Quantos clientes atendeu hoje?
- Um.
- Só um?!!! A maioria dos meus vendedores atendem de 90 a 120 pessoas por dia. De quanto foi a sua venda?
- Dois milhões e meio de reais.
- Como conseguiu isso?!!!
- "Bem, o cliente entrou na loja e eu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente um anzol bem grande.

Depois vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência média e uma bem grossa, para pescaria pesada. Perguntei onde ele ia pescar e ele me disse que ia fazer pesca oceânica.

Eu sugeri que talvez fosse precisar de um barco, então o acompanhei até a seção de náutica e lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha.

Aí eu disse a ele que talvez um carro pequeno não fosse capaz de puxar a lancha e o levei à seção de carros e lhe vendi uma caminhonete com tração nas quatro rodas".

Perplexo, o gerente perguntou:

- Você vendeu tudo isso a um cliente que veio aqui para comprar um pequeno anzol?
- Não, senhor. Ele entrou aqui para comprar um pacote de absorventes para a mulher, e eu disse: "Já que o seu fim de semana está perdido, por que o senhor não vai pescar?".

Enviado por Maicon Pinto. Valeu Maicon!

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Sorry, Ladies First

O cara que inventou uma festa chamada Ladies First merece um prêmio. Não sei quem começou com isso, mas a primeira vez que vi foi em São Leopoldo/RS, na Factory. A ideia é que das 23h às 00h só entra mulher na festa, e a bebida é liberada! A macharada só pode entrar depois da meia noite. Daí a festa bomba até altas horas.

No caso da Factory, a festa acontece sempre no último sábado do mês. E eu moro há quase um ano em São Leopoldo e coincidentemente sempre estava viajando no último sábado do mês. Mas esse último não foi assim. Eu estava em casa sábado passado (dia 27) e era dia de Ladies First. Chegamos (eu e um outro cara) lá na frente as 23h pra ver o movimento das meninas que entravam e tomar um choppinho do lado de fora até chegar nossa vez.

Aos cuecas de plantão que estão lendo este texto: Eu nunca vi uma fila tão grande só de mulher. E não era qualquer mulher, estamos no Rio Grande do Sul, eram gatas bem arrumadas, cheirosas, de salto e todas sorridentes. E a fila aumentava cada vez mais. Quando calculamos que poderíamos ir para fila pois só conseguríamos entrar na festa depois da meia noite, fomos pra lá. Era 23h30.

Quando deu 0h30 tínhamos andado cerca de 6 ou 7 passos. A fila já não era mais um atrás do outro, e sim uns 5 um do lado do outro, e dava, literalmente, a volta na quadra. Calculei, com meus botões, que era impossível toda aquela galera entrar na festa. Ira contra as leis da física. Então resolvemos ir pra Moinho, em Campo Bom.

E mais uma vez não consegui entrar na Ladies First da Factory. Um dia eu consigo, daí conto pra vocês como é a festa...

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Dos relacionamentos

Sou meio que um observador de pessoas. Gosto de tentar entender todas elas. Comecei apaixonado pelas ciências exatas, e por isso apontei minha carreira para área de tecnologia. Mas pessoas sempre me fascinaram. Parecem funcionar aleatoriamente. No computador, uma causa tem apenas um efeito. Quando se trata de pessoas, um acontecimento pode gerar resultados absolutamente diferentes em pessoas diferentes. Aliás, a mesma coisa pode gerar um resultado diferente na mesma pessoa. Claro que existem muita variáveis para isso: horário, clima, humor, acontecimentos passados, pressão do ar, ambiente à volta, estado do corpo, da mente...

Mas resumindo, eu gosto de observar tudo isso. E quando se trata de relacionamento entre pessoas, tipo homem e mulher, observei um coisa interessante. Algumas pessoas se relacionam com poucas pessoas. Outras com muitas. As que se relacionam com mais pessoas, acabam tendo maior facilidade para se aproximar de pessoas novas no futuro. Já as que se relacionam com menos pessoas, tendem a criar um vínculo mais forte com as poucas pessoas que se relacionam. Só que por estarem acostumadas com esse vínculo mais forte com um grupo pequeno de pessoas, acabam se sentindo desconfortáveis com novos relacionamentos.

E não estou falando apenas em namoro, mas amizades e relacionamentos profissionais também. Acaba que as pessoas que se relacionam mais frequentemente e mais variadamente possuem relacionamentos melhores, menos sem ter aquela forte ligação (as vezes exagerada) que tem os relacionamentos das pessoas que se relacionam menos. E não é só a qualidade dos relacionamentos, mas a visão mais aguçada para questões que envolvem pessoas.

Enfim, nem eu sei onde quero chegar com isso. É óbvio que quanto mais você faz uma coisa mais experiência e prática você tem naquilo. Post maluco. Vou dormir. Vai ver estou me relacionando pouco com minha cama.

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Carnaval 2011

Há exatamente um ano atrás eu estava num carnaval muito, muito forte em Balneário Camburiú/SC. Os dias lá foram excelentes, muita festa, muito agito, amizades e azaração. A volta não foi tão boa. A sensação de encontrar a tua porta arrombada e ter que vasculhar a casa bagunçada para descobrir que seus pertences mais valiosos foram roubados é inarrável. Pior então foi ter comprado notebook, câmera e essas coisas tudo denovo para dois meses depois a casa ser arrombada novamente e tudo ir pro saco, denovo. Nessa segunda vez eu fiquei realmente puto, e acabei quebrando cadeira e guarda roupa em casa. Mas isso foi há um ano atrás, em 2009, um ano muito doido e cheio de altos e baixos.

2010 está sendo diferente. Estamos no segundo mês do ano e muita coisa já aconteceu. Estamos no meio do carnaval e eu não estou na praia, estou trabalhando. Claro que gostaria de estar fazendo algo mais divertido, mas não esse ano. Esse vai ser diferente, ou melhor, já está sendo. 2010 é o ano de preparação para 2011. Carnaval de 2009, festa e prejuízo. Carnaval de 2010, trabalho. Carnaval de 2011, colheita dos primeiros frutos.

Feliz carnaval para todos. Aproveitem as festas. Estarei aguardando vocês para tocar os melhores projetos quando resolverem começar o ano.

ps: eu sei, post chato, mas prometo algo mais divertido para os próximos ;-)

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Cielo que se cuide

Hoje comecei a fazer natação denovo, depois de... sei lá, uns 10 anos! Decidi voltar a dar umas braçadas depois da última surf session em Torres, onde eu vi que estava meio fora de forma. Na piscina, a única coisa que mudou desde quando parei de nadar é que eu não tenho mais 50 quilos. O resto continua o mesmo. Continuo não gostando de usar sunga, os óculos continuam sendo um saco (embora importantes) e as mulheres que fazem natação continuam com ombros largos.

Quando cheguei na piscina, me apresentei pro instrutor. Quando ele me pediu se eu já tinha feito natação e eu falei um "sim" com convicção, ele pediu pra eu mostrar minhas habilidades, fazendo 4 voltas na piscina de 20 metros, uma de cada modalidade (livre, peito, costas e borboleta). A primeira foi fácil, ele só pediu para eu abrir mais as braçadas. No nado peito, demorei pra atravessar a piscina, pois estava fazendo o movimento das pernas e braços junto, e não pode. No nado a coisa começou a sair do controle. Não cheguei nem na metade da piscina quando ele mandou eu parar e só falou que íamos trabalhar costas um bom tempo depois. Ainda bem que ele nem pediu pra eu mostrar meu nado borboleta...

Depois dessa demonstração espetacular de habilidades (que nem eu sabia que estava tão ruim assim), ele mandou eu fazer 10 voltas na piscina (200m). Achei que ele estava brincando, mas depois de um longo silêncio (eu sorrindo e ele sério) percebi que ele estava falando sério.

Quando terminei e retomei o fôlego, ele apareceu com uma boia torta de isopor. Era pra eu colocar entre meus joelhos e nadar sem usar as pernas, só braços. Me entregou aquela coisa e disse "mais 10 voltas, só com os braços" e foi dar atenção pra um velinho que estava aprendendo a nadar. Depois de uns 2 minutos tentando lembrar se tinha feito alguma coisa de ruim praquele instrutor, tipo tentado atropelar ou algo do tipo, percebi que era eu que tinha decidido começar com essa palhaçada, e que não seria "só uma piscininha pra aliviar esse calor".

Terminei o primeiro dia de natação feliz por ter sobrevivido. Foi quando lembrei que tinha um jogo de padel marcado pra meia hora depois...

Moral dessa história toda? Vida de atleta não é fácil. E vida de bohêmio metido à atleta é pior ainda!

Ps: a foto desde post foi tirada pelo meu colega da SAP, quando eu estava testando meus novos companheiros (toca e óculos).

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